Quem nunca ficou P#*&% com uma ofensa?
Quem nunca revidou uma ofensa?
Quem nunca teve que morder a língua pra não revidar?
E quem nunca ofendeu?
Ouvi o grande Raul Teixeira dizer em uma de suas brilhantes palestras,
que sentir se ofendido é sinal de infantilidade espiritual.
Achei fantástica essa definição.
Confesso que me considero um bebê espiritual (praticamente um feto,
hehehe), convenhamos que é muito difícil não se sentir ofendido em determinados
momentos da vida.
Pois é, acontece que viemos ao mundo para aparar as arestas de nossa consciência
e burilar nosso espírito, e isso não é fácil, afinal estamos mais próximos do
ponto de partida do que do ponto de chegada (em termos de evolução).

E como fazer pra não sentir se ofendido?
E eu sei lá.
Brincadeirinha
Não existe uma formula mágica pra isso.
O que existe é um exercício diário de autoeducação.
1. No principio, a gente
sente, pensa e tenta não revidar.
2. Com o tempo, sente,
pensa e não revida.
3. Depois, sente e tenta
não cultivar o pensamento de revide, ou raiva.
4. Depois, sente e logo
se esquece.
5. Até que finalmente não
nos sentiremos ofendidos, pois nosso espírito já compreendeu que quem ofende
esta doente e precisa de compreensão e carinho.
Só pra constar, ainda estou no item 1.
O mais importante é continuar caminhando e lutando contra nossos
instintos primitivos que um dia a gente chega lá.
Agora gostaria de fazer um pedido a vocês que usaram um pouco do tempo de suas vidas para lerem este post.
O blog é novo e é a primeira vez que começo a mostrar o que aprendi nesses anos de estudo e é claro junto com minhas experiências de vida (e toda a bagagem espiritual que todos nós trazemos ao longo das existências).
Para saber se estou sendo claro ou sendo capaz de ajudar de alguma forma, peço que deixem seus comentários abaixo.
Estou aberto a criticas e sugestões, assim todos nós aprenderemos juntos.
Ah, se possível siga-nos.
Ainda estou aprendendo a construir o blog, aos poucos eu vou melhorando a aparência dele.
muito bom o texto e os comentários, principalmente a sintese da receita...me lembrou uma coisa que li cujo titulo é:
ResponderExcluirAutobiografia em 5 capítulos
1) Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada
Eu caio
Estou perdido… sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2) Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.
3) Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Vejo que ele ali está
Ainda assim caio… é um hábito.
Meus olhos se abrem
Sei onde estou
É minha culpa.
Saio imediatamente.
4) Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada
Dou a volta.
5) Ando por outra rua.
O Livro Tibetano do Viver e do Morrer - Portia Nelson
e que lembra tbm que somos os únicos responsáveis pelos caminhos que escolhemos em nossa jornada.
Boa sorte no blog, tudo de bom...
otimo texto, vou procurar este livro, muito obrigado pela Contribuição .
ResponderExcluirnamaste
Josao, estou levando este texto para postar na Academia Virtual de Escritores Clandestinos (facebook). Abraços
ResponderExcluirobrigado amigo, fique a vontade....abraço
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